
Após três noites de muita música e celebração da cultura regional, a 31ª Tafona da Canção Nativa de Osório terminou nesse sábado (23) com o anúncio das grandes composições vencedoras. O corpo de jurados elegeu a obra “Sou Preto, de Maçambique e Quicumbi” como a melhor canção desta edição do festival.
A comissão avaliadora — formada por Oristela Alves, Tony Brum, Loma Pereira, Luciano Maia e Rodrigo Munari — participou desde a seleção inicial das 541 composições inscritas até a escolha dos destaques entre as 12 finalistas. As músicas foram apresentadas ao vivo no palco do Largo dos Estudantes Sônia Chemale entre quinta-feira (21) e sábado.
A grande campeã, “Sou Preto, de Maçambique e Quicumbi”, tem letra de Carlos Hahn, melodia de Pedro Guerra Pimentel e foi interpretada no palco por Cláudio Amaro e Edeson Vieira. As três melhores canções do festival foram agraciadas com o tradicional Troféu Carlos Catuípe.

O segundo lugar ficou com a música “Filhas do Vento”, com letra de Vaine Darde, melodia de Charlise Bandeira e Felipe Goulart, e interpretação das cantoras Shana Müller e Laura Dalmás. A terceira colocação foi conquistada por “Amália que Benze”, composição de Su Paz, que interpretou a faixa ao lado de Kauany Klein, responsável pela melodia.
Confira os demais premiados
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Melhor Intérprete (Troféu Cléa Gomes): Su Paz e Kauany Klein (“Amália que Benze”);
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Melhor Melodia (Troféu Loreno Santos): Charlise Bandeira e Felipe Goulart (“Filhas do Vento”);
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Melhor Instrumentista (Troféu Sebastião Teixeira): Marcelo Pimentel (“Sou Preto, de Maçambique e Quicumbi”);
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Melhor Letra (Troféu Tropeiros do Divino): Ivan Terra (“Quartos de Lua”);
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Canção Mais Popular (Troféu Tribo Maçambiqueira): “Bah²!” (Renato Júnior).
Grandes espetáculos e novo formato aprovado

Além das músicas concorrentes, a 31ª Tafona da Canção Nativa contou com shows de grandes nomes do nativismo gaúcho. Na noite de encerramento, o espetáculo principal ficou por conta de Luiz Marenco. O evento atraiu um grande público ao Largo dos Estudantes ao longo de toda a sua realização.
O prefeito de Osório, Romildo Bolzan Júnior, enalteceu as raízes da música osoriense e agradeceu a todos os artistas que participaram do festival. Ele também destacou o sucesso da mudança de local para o Centro. “O Largo foi uma concepção que fizemos em 1995, 1996, e hoje, a Tafona aqui, ficou consolidada como um evento único, que não precisa depender de outros eventos”, afirmou.

A 31ª Tafona da Canção Nativa foi uma realização da Prefeitura de Osório, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Turismo, Cultura e Juventude, e contou com o apoio do Banrisul e de programas culturais do Estado.










