Veja os vencedores da 31ª Tafona da Canção Nativa de Osório

Veja os vencedores da 31ª Tafona da Canção Nativa de Osório

Três noites de festival levaram grande público ao Largo dos Estudantes, no Centro da cidade

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Premiados na 31ª Tafona da Canção Nativa de Osório. Foto: Gabriela Pacheco / Ascom PMO

Após três noites de muita música e celebração da cultura regional, a 31ª Tafona da Canção Nativa de Osório terminou nesse sábado (23) com o anúncio das grandes composições vencedoras. O corpo de jurados elegeu a obra “Sou Preto, de Maçambique e Quicumbi” como a melhor canção desta edição do festival.

A comissão avaliadora — formada por Oristela Alves, Tony Brum, Loma Pereira, Luciano Maia e Rodrigo Munari — participou desde a seleção inicial das 541 composições inscritas até a escolha dos destaques entre as 12 finalistas. As músicas foram apresentadas ao vivo no palco do Largo dos Estudantes Sônia Chemale entre quinta-feira (21) e sábado.

A grande campeã, “Sou Preto, de Maçambique e Quicumbi”, tem letra de Carlos Hahn, melodia de Pedro Guerra Pimentel e foi interpretada no palco por Cláudio Amaro e Edeson Vieira. As três melhores canções do festival foram agraciadas com o tradicional Troféu Carlos Catuípe.

“Sou Preto, de Maçambique e Quicumbi” foi escolhida a melhor música da 31ª Tafona da Canção. Foto: Gabriela Pacheco / Ascom PMO

O segundo lugar ficou com a música “Filhas do Vento”, com letra de Vaine Darde, melodia de Charlise Bandeira e Felipe Goulart, e interpretação das cantoras Shana Müller e Laura Dalmás. A terceira colocação foi conquistada por “Amália que Benze”, composição de Su Paz, que interpretou a faixa ao lado de Kauany Klein, responsável pela melodia.

Confira os demais premiados

  • Melhor Intérprete (Troféu Cléa Gomes): Su Paz e Kauany Klein (“Amália que Benze”);

  • Melhor Melodia (Troféu Loreno Santos): Charlise Bandeira e Felipe Goulart (“Filhas do Vento”);

  • Melhor Instrumentista (Troféu Sebastião Teixeira): Marcelo Pimentel (“Sou Preto, de Maçambique e Quicumbi”);

  • Melhor Letra (Troféu Tropeiros do Divino): Ivan Terra (“Quartos de Lua”);

  • Canção Mais Popular (Troféu Tribo Maçambiqueira): “Bah²!” (Renato Júnior).

Grandes espetáculos e novo formato aprovado

Luiz Marenco fez o show de encerramento do festival. Foto: Gabriela Pacheco / Ascom PMO

Além das músicas concorrentes, a 31ª Tafona da Canção Nativa contou com shows de grandes nomes do nativismo gaúcho. Na noite de encerramento, o espetáculo principal ficou por conta de Luiz Marenco. O evento atraiu um grande público ao Largo dos Estudantes ao longo de toda a sua realização.

O prefeito de Osório, Romildo Bolzan Júnior, enalteceu as raízes da música osoriense e agradeceu a todos os artistas que participaram do festival. Ele também destacou o sucesso da mudança de local para o Centro. “O Largo foi uma concepção que fizemos em 1995, 1996, e hoje, a Tafona aqui, ficou consolidada como um evento único, que não precisa depender de outros eventos”, afirmou.

31ª Tafona da Canção Nativa reuniu grande público no Largo do Estudantes, em Osório. Foto: Gabriela Pacheco / Ascom PMO

A 31ª Tafona da Canção Nativa foi uma realização da Prefeitura de Osório, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Turismo, Cultura e Juventude, e contou com o apoio do Banrisul e de programas culturais do Estado.

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