
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rio Grande do Sul (OAB-RS) divulgou no fim da tarde desta segunda-feira (23), uma nota oficial sobre o caso que terminou de forma trágica, durante uma abordagem da Brigada Militar, em Torres.
Um policial aposentado da Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi morto após reagir a abordagem de policiais militares aos seus dois filhos, que também teriam reagido e iniciado a confusão. Um deles acabou ferido e foi encaminhado ao Hospital Nossa Senhora dos Navegantes e o outro foi preso. A BM e a PRF também emitiram notas sobre o ocorrido.
Na nota, a OAB/RS diz que vai acompanhar o desdobramento do caso e pediu com a maior celeridade possível. “A cidadania não pode mais conviver com casos de violência e abusos. Que a investigação policial aconteça na seara militar e na seara judicial e possa elucidar o trágico episódio na cidade de Torres”.
A entidade também informou que oficiou e requereu acesso e acompanhamento por parte da OAB/RS às investigações ao secretário de Segurança Pública e vice-governador, Ranolfo Vieira Júnior, ao comandante-geral da Brigada Militar, Vanius Cesar Santarosa, e ao corregedor-geral da Brigada Militar, Tenente-Coronel Robinson Vargas de Henrique.
Leia a nota oficial da OAB/RS
A OAB/RS vem a público se manifestar sobre o lamentável e preocupante fato ocorrido na madrugada desta segunda-feira (23/08), no município de Torres, no Litoral Norte, envolvendo integrantes da Brigada Militar, um integrante aposentado da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e seus filhos.
A OAB/RS acompanhará o desdobramento do caso com a devida atenção. Reiteramos a importância da apuração dos fatos com a maior celeridade possível.
A cidadania não pode mais conviver com casos de violência e abusos. Que a investigação policial aconteça na seara militar e na seara judicial e possa elucidar o trágico episódio na cidade de Torres.
A OAB/RS oficiou ao Secretário de Segurança Pública e Vice-Governador, Ranolfo Vieira Júnior, bem como ao Comandante-Geral da Brigada Militar, Vanius Cesar Santarosa, e ao Corregedor-Geral da Brigada Militar, Tenente-Coronel Robinson Vargas de Henrique, solicitando uma apuração célere, bem como requereu acesso e acompanhamento por parte da OAB/RS às investigações.
A OAB/RS seguirá acompanhando o caso até seu devido e completo esclarecimento.










