
Em setembro, mesmo sem qualquer reajuste por parte da Petrobras, o preço do gás de cozinha costuma ficar mais caro para os consumidores do Rio Grande do Sul. Segundo do Sindicato dos Revendedores de Gases em Geral do Estado (Singasul), isso ocorre devido ao aumento dos custos com a reposição salarial do empregados, que têm data base neste mês.
O Singasul informou que as distribuidoras de gás de cozinha em botijões começaram a anunciar reajuste médio entre R$ 4,35 e R$ 6,00 nas tabelas, a partir deste sábado (03).
Um levantamento do Sindicato apontou que a maior parte dos revendedores já havia sido comunicada do aumento dos valores pelas distribuidoras, no fim de agosto. “Esse reajuste sazonal sempre acontece em setembro e nossa orientação para os revendedores é o repasse integral aos preços”, explica o presidente do Singasul, Ronaldo Tonet.
No Rio Grande do Sul, o preço do botijão de 13 kg foi vendido em agosto de 2022, em média, por R$ 111,55, segundo levantamento mensal da ANP. Já a média do Brasil atingiu R$ 111,28 no mesmo período.










