
Brasileiros que vivem em outros países já começaram a votar para escolher o presidente da República na noite deste sábado (3). O primeiro país onde as urnas foram abertas foi a Nova Zelândia e, na sequência, a Austrália. Em Sydney, maior cidade australiana, eleitores formaram filas em algumas seções nas primeiras horas da eleição.
A votação no exterior é realizada no mesmo dia e horário que no Brasil, neste domingo, 4 de outubro, das 8h às 17h, respeitando o fuso de cada local.
Em Sydney, por exemplo, as seções foram abertas às 18h pelo horário de Brasília, devido à diferença de fuso horário de 14 horas a mais. Na maior parte da Nova Zelândia, a diferença é de 16 horas.
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), são 918.876 eleitores cadastrados em 134 países, o equivalente a pouco mais de 0,5% dos cerca de 158,7 milhões de eleitores totais do país.
Os brasileiros que vivem fora do país votam exclusivamente para os cargos de presidente e vice-presidente da República.
Crescimento do eleitorado no exterior
O número de brasileiros aptos a votar fora do país vem crescendo expressivamente a cada pleito. De 2010 a 2026, o aumento registrado foi de 358%.
Em 2010, eram cerca de 210 mil eleitores habilitados, contingente que subiu para 354 mil em 2014. Em 2018, já eram 500 mil eleitores registrados no exterior e, em 2022, o número alcançou quase 700 mil.
Segundo o TSE, a votação é realizada em 186 cidades pelo mundo. Os países com maior concentração de eleitores brasileiros são:
-
Estados Unidos: 265,4 mil
-
Portugal: 134,7 mil
-
Japão: 88,3 mil
-
Canadá: 46,4 mil
-
Alemanha: 41,5 mil










