
Subiu para seis números de mortes relacionadas à dengue, neste ano, no Rio Grande do Sul. O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), vinculado à Secretaria da Saúde (SES), confirmou nesta quinta-feira (13), que ocorreram mais dois óbitos pela doença no Estado.
Os últimos óbitos confirmados são de um homem de 65 anos, residente em Lindolfo Collor, com comorbidade, que faleceu nessa segunda-feira (10); e de um homem de 99 anos, residente em Ijuí, com comorbidade, que faleceu nessa quarta-feira (12).
A SES reforça a importância de que a população procure atendimento médico nos serviços de saúde logo nos primeiros sintomas. Dessa forma, evita-se o agravamento da doença e a possível evolução para óbito.
Os principais sintomas da dengue são: febre alta (39°C a 40°C), com duração de dois a sete dias; dor atrás dos olhos; dor de cabeça; dor no corpo; dor nas articulações; mal-estar geral; náusea; vômito; diarreia e manchas vermelhas na pele, com ou sem coceira.
Medidas de prevenção à proliferação e circulação do Aedes, com a limpeza e revisão das áreas interna e externa das residências ou apartamentos e eliminação dos objetos com água parada são ações que impedem o mosquito de nascer, cortando o ciclo de vida na fase aquática.
O uso de repelente também é recomendado para maior proteção individual contra o Aedes aegypti.
Situação epidemiológica
Neste ano, o Rio Grande do Sul já registra 5.478 casos confirmados da doença, dos quais 5.014 são autóctones, que é quando o contágio aconteceu dentro do Estado, com os demais sendo importados (residentes do RS que foram infectados em viagem a outro local).
Em 2022, o RS registrou seus maiores índices da doença em toda sua série histórica. Foram mais de 57 mil casos autóctones e outros 11 mil casos importados. Ao todo, foram 66 óbitos em virtude da dengue ano passado.










