
A Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul (DPE/RS) alertou que criminosos se passam por representantes da instituição ou por advogados para aplicar golpes. As abordagens fraudulentas incluem promessas de liberação de valores mediante o pagamento de taxas ou o envio de dados pessoais.
Segundo a DPE/RS, os golpistas utilizam nomes, fotos e números reais de registro na OAB para transmitir falsa credibilidade. Também é comum a criação ou clonagem de perfis no WhatsApp para se passar por profissionais da área jurídica.
Entre os golpes mais frequentes estão a cobrança de honorários ou taxas que não existem e a falsa promessa de liberação de valores judiciais mediante pagamento antecipado. Também há fraudes direcionadas a empresas, com pedidos urgentes de transferências, e golpes contra familiares de pessoas presas, explorando o desespero com falsas promessas.
A DPE/RS reforça que todos os seus serviços são inteiramente gratuitos e que nunca solicita transferências bancárias, pagamentos via pix ou informações sensíveis (como senhas e dados bancários) por telefone ou aplicativos de mensagens.
Diante de qualquer mensagem suspeita, a orientação é que o cidadão entre em contato diretamente com os canais oficiais da instituição. O número 129 está disponível para ligações gratuitas de qualquer telefone, e é possível também procurar a sede da Defensoria mais próxima para esclarecimentos.
A Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Rio Grande do Sul (OAB/RS) orienta que os clientes sempre confirmem se o contato recebido é o mesmo fornecido anteriormente pelo advogado ou escritório. Ainda, que o cidadão não compartilhe dados pessoais, financeiros ou documentos antes de falar diretamente com seu advogado pelos canais oficiais fornecidos por ele.
Por fim, a OAB/RS recomenda que se desconfie de cobranças urgentes ou pedidos de pix — especialmente quando associadas a supostos “créditos judiciais”, “liberação de valores” ou “custas inesperadas”.
A Defensoria Pública reforça a importância de que eventuais tentativas de golpe sejam denunciadas às autoridades competentes. O boletim de ocorrência pode ser feito na Delegacia Online.










