Contraceptivo suspenso: confirmado segundo caso de gravidez com o uso do medicamento

Contraceptivo suspenso: confirmado segundo caso de gravidez com o uso do medicamento

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A Secretaria Estadual da Saúde (SES) confirmou pelo menos dois casos de gravidez com o uso do contraceptivo injetável Medroxiprogesterona 150 mg/ml. A venda do medicamento está suspensa no Rio Grande do Sul pela SES desde a última quinta-feira (20) e as usuárias são orientadas a adotar outras medidas de proteção e procurarem orientação profissional.

Um Grupo de Trabalho foi criado para auxiliar no esclarecimento dos fatos. As autoridades da área da saúde informaram ainda que “as medidas informadas são preventivas e necessárias para resguardar maiores danos e estão sujeitas à revisão assim que houver segurança técnica”.

Veja nota da Secretaria Estadual da Saúde

A suspensão do uso e venda do contraceptivo injetável Medroxiprogesterona 150 mg/ml, determinada pela Secretaria da Saúde (SES) nessa quinta-feira (20), alerta para a notificação de dois casos confirmados de gravidez durante o uso dessa medicação. Também orienta as usuárias a adotar medidas de proteção complementar e procurar os serviços de orientação até que os fatos sejam devidamente apurados. Os lotes do produto advertidos são o L67563, do Laboratório Pfizer, e 1627771, do Laboratório União Química.

As notificações serão encaminhadas ao Sistema Notivisa, responsável pela vigilância de efeitos adversos causados por medicamentos (farmacovigilância). Além disso, a Secretaria da Saúde criou um grupo de trabalho com representação da Saúde da Mulher do Departamento de Ações em Saúde, Coordenação da Política de Assistência Farmacêutica (CPAF) e Centro Estadual de Vigilância Sanitária para auxiliar no esclarecimento dos fatos.

Por precaução, recomenda-se que os serviços segreguem e suspendam a venda dos lotes identificados até que a multiplicidade de fatores seja investigada. Entre os elementos investigados, as datas de aplicação do medicamento, registros das dispensações e aplicações nas unidades de saúde, avaliação de possível interação medicamentosa (que pode reduzir sua eficácia), armazenamento do produto e percentual de falha do método descrito em bula.

As medidas informadas são preventivas e necessárias para resguardar maiores danos e estão sujeitas à revisão assim que houver segurança técnica.

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