
O aterro sanitário de Tramandaí deve ter a capacidade de recebimento de lixo esgotada até maio do ano que vem e a partir de novembro deste ano deve ocorrer a redução das atividades, ou seja, o local passará a receber menor quantidade de resíduos. A previsão é da coordenadora do Balcão Unificado da Sema / Fepam no Litoral Norte, a engenheira florestal Caroline Moura. A preocupação é que o aterro de Tramandaí recebe lixo de seis municípios da região.
A destinação do lixo produzido na região foi tema de uma reunião, nessa semana, em Porto Alegre, entre representantes da Associação dos Municípios do Litoral Norte (Amlinorte), a secretária estadual do Meio Ambiente, Ana Pellini e técnicos da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam). Além da busca de novas áreas para descarte de resíduos, foi destacado no encontro a importância de ações para reduzir a produção de resíduos, permitindo a ampliação da vida útil dos aterros.
Além de Tramandaí, há aterros sanitários licenciados em Capão da Canoa e Osório, mas que recebem apenas o lixo produzido nos próprios municípios. A engenheira Caroline Moura salientou que são fundamentais as estratégias de educação ambiental. “É importante fazer a destinação correta de resíduos de podas, da construção civil e a separação do material reciclável para evitar que sejam levados para os aterros”, alertou.










