
Em aproximadamente 16 horas de combate ao incêndio que atingiu o aterro sanitário e a usina de reciclagem de Capão da Canoa, os bombeiros utilizaram aproximadamente 75 mil litros de água para apagar o fogo. Os focos no material de alta combustão seguiam na manhã deste sábado (29), conforme o 9° Batalhão de Bombeiro Militar (BBM), que atua no Litoral Norte do Rio Grande do Sul.
O combate iniciou no fim da tarde dessa sexta-feira (28) e chegou a mobilizar bombeiros de outras três cidades. Militares de Terra de Areia e Osório e civis de Arroio do Sal atuaram na ocorrência.
O tenente Cristian Pujol, oficial de serviço do 9°BBM, informou que o trabalho segue sendo realizado pelo efetivo do Pelotão de Bombeiro Militar de Capão da Canoa. Segundo ele, o fogo estava sob controle, mas ainda havia focos no local.
“O fogo se reinicia, ele é extinguido, mas existe muita caloria que fica ali e ele dá reignicão, por conta dos gases produzidos pela queima. Esses gases ficam embaixo daquele entulho, daquele monte de lixo queimado, plásticos, borracha, correm por baixo e o fogo reinicia. O ideal seria colocar um maquinário para revirar e retirar a caloria”, explicou o tenente.

Na manhã deste sábado ainda havia muita fumaça no local, que podia ser vista a uma certa distância. O aterro sanitário onde ocorre o incêndio fica no bairro Capão Novo, entre a ERS-389, a Estrada do Mar, e o limite com Terra de Areia.
Até às 11h, não havia previsão para a conclusão trabalho dos bombeiros. O tenente Pujol estima que sejam necessários aproximadamente mais 10 mil litros de água.
O incêndio destruiu dois pavilhões da usina de reciclagem em uma área total de aproximadamente 1.000 metros quadrados. Os bombeiros conseguiram evitar que um terceiro pavilhão fosse queimado.










